domingo, 4 de janeiro de 2009

É difícil dizer aqui o que é realmente meu. O que realmente sai de minha alma, e o que é criação de poeta. Hoje, talvez pela primeira vez, eu lhes digo. O texto abaixo é um grito agudo de minha alma....


O SONHO
Estavam sentados no poço, olhando o ambiente a seu redor. Relva, tranquilidade, paz, o som de um rio próximo. Bela paisagem diante de si.
Conversavam. Falavam de seus sonhos, de seus medos, de seu dia-a-dia, falavam também de coisas banais.
Havia paz dentro deles e o coração estava aquecido.
Tudo estava preenchido. Não existia o vazio...
Se olhavam nos olhos.
Tocavam as mãos um do outro.
Não existia malícia.
O sentimento deles eram tão puro quanto o ambiente em que estavam.
Compartilhavam pensamentos, sentimentos, vida, longe de uma sociedade hipócrita, gananciosa, pervertida e sensual.

Ela abriu os olhos. Lá estava em seu quarto. Acabara de sonhar. Infelizmente tudo não passava de um sonho... bom sonho...

0 Comentários: